Parabéns Crato – Nunca estivemos tão mal na Educação e na Ciência

Fomos fazer uma festa ao nosso ministro favorito. OBRIGADO CRATO!|| ACÇÃO: Parabéns Nuno Crato | Nunca estivemos tão mal na Educação e na Ciência
Dezembro 17, 2014 – Hoje, investigadores e estudantes de várias instituições e universidades interromperam Nuno Crato durante a sua intervenção no Instituto Superior de Economia e Gestão para o congratularem ironicamente pela destruição que empreendeu desde que tomou posse. A precarização aliada a uma elitização do Ensino Superior e da Ciência fazem de Nuno Crato o pior ministro da Educação de que há memória. O estado da Educação fala por si: abandono do ensino, endividamento dos estudantes, emigração dos investigadores, precarização em todos os sectores da Educação. A sua manutenção no ministério é uma ameaça para o futuro do país. ||

Comunicado divulgado na acção – http://www.precarios.net/?p=11738 — em ISEG – Instituto Superior de Economia e Gestão.

Reunião 01/12

Esta semana, a reunião do Artigo 74º será na Casa Independente (Largo do Intendente, 45), perto do metro do Intendente, e começará às 19h.

Com a ordem de trabalhos:
1. Ponto de situação – eleições de estudantes nas várias faculdades.
2. Próximas acções – ponto de situação:
– Atelier sobre propaganda
– Carta aberta ao ministério da Educação e relação da carta com outros grupos de estudantes
– Vídeos de entrevistas

Reunião do Artigo 74º – 24 de Novembro

Esta semana, a reunião do Artigo 74º será no MOB (Rua dos Anjos, 12F), perto do metro do Intendente, e começará às 18h.

Com a ordem de trabalhos:
1. Balanço da discussão sobre movimentos estudantis e novos contactos
2. Próximas acções
3. Proposta sobre palestra nas universidades sobre relatório ambiental
4. Discussão do texto da Jacobin Magazine sobre o sistema de ensino alemão

Discussão: Movimentos Estudantis e Lutas Anti-propinas

Ontem, cerca de 15 estudantes e 5 ex-estudantes reuniram-se para aprender sobre os movimentos estudantis dos anos 90 e 2000, tirar ilações e discutir as perspectivas para o movimento estudantil hoje!
Foram duas horas e meia de discussão, com contribuições de todos sobre a mobilização dos estudantes e o papel dos estudantes na sociedade e com vontade de trabalhar pelo activismo estudantil.
Agradecemos a todos os presentes, em especial aos convidados Renato Teixeira e Sérgio Vitorino.

 

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Propina anual em Portugal.Frente

Até 1992, o valor das propinas fixado era simbólico, cerca de 6 euros/ano lectivo.
Nesse ano, foram violados os princípios constitucionais do ensino progressivamente gratuito e da garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar e a partir daí a propina passou a ser calculada dividindo a despesa de funcionamento corrente de cada instituição num determinado ano pelo número de alunos da instituição, de forma a que os estudantes pagassem 25% desse valor.
As propinas não constituíam receita do Estado, mas sim receita própria das instituições, devendo ser afectas à prossecução de acções que visassem melhorar a qualidade do ensino e a promoção do sucesso educativo.
Devido à forte contestação dos movimentos estudantis em luta anti-propinas, em 1997 o pagamento de propinas foi suspenso provisoriamente e as propinas voltaram a ter o valor simbólico de 6€/ano.
Em 1997, a propina anual passou a ser 1,3 do salário mínimo nacional mensal e as propinas passaram a ser parte do orçamento corrente das instituições.
A partir de 2003, no maior aumento de propinas, o valor mínimo da propina continuou a ser 1,3 do SMN mas o valor máximo passou a ser o de 1941, actualizado através da aplicação do índice de preços no consumidor do Instituto Nacional de Estatística (INE), sendo em 2014 de 1067.85€, superior a 2 SMN.

Se os movimentos estudantis conseguiram baixar as propinas em 1997, porque não agora?
Fontes:

http://www.ie.ulisboa.pt/pls/portal/docs/1/346163.PDF

http://www.revistarubra.org/revista-rubra-n%C2%BA-3/no-peace-no-work-entrevista-com-clarence-thomas-2/

http://5dias.wordpress.com/2013/11/20/propinas-ha-22-anos-a-estragar-a-sociedade/

http://5dias.wordpress.com/2013/11/24/propinas-testemunho-da-mariana-avelas/

http://www.publico.pt/sociedade/noticia/dez-anos-depois-da-invasao-do-senado-movimento-estudantil-em-coimbra-esfriou-1674190

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Na próxima sexta-feira vem discutir connosco a história dos movimentos estudantis em Portugal e perspectivas de futuro para os estudantes defenderem o Direito à Educação!

Com a participação do Renato Teixeira e do Sérgio Vitorino, que participaram activamente nos movimentos estudantis das décadas passadas.

Discussão: Movimentos Estudantis e Lutas Anti-Propinas

Propina anual em Portugal (2).Frente

Até 1992, o valor das propinas fixado era simbólico, cerca de 6 euros/ano lectivo.
Nesse ano, foram violados os princípios constitucionais do ensino progressivamente gratuito e da garantia do direito à igualdade de oportunidades de acesso e êxito escolar e a partir daí a propina passou a ser calculada dividindo a despesa de funcionamento corrente de cada instituição num determinado ano pelo número de alunos da instituição, de forma a que os estudantes pagassem 25% desse valor.
As propinas não constituíam receita do Estado, mas sim receita própria das instituições, devendo ser afectas à prossecução de acções que visassem melhorar a qualidade do ensino e a promoção do sucesso educativo.
Devido à forte contestação dos movimentos estudantis em luta anti-propinas, em 1997 o pagamento de propinas foi suspenso provisoriamente e as propinas voltaram a ter o valor simbólico de 6€/ano.
Em 1997, a propina anual passou a ser 1,3 do salário mínimo nacional mensal e as propinas passaram a ser parte do orçamento corrente das instituições.
A partir de 2003, no maior aumento de propinas, o valor mínimo da propina continuou a ser 1,3 do SMN mas o valor máximo passou a ser o de 1941, actualizado através da aplicação do índice de preços no consumidor do Instituto Nacional de Estatística (INE), sendo em 2014 de 1067.85€, superior a 2 SMN.

Queremos que a igualdade de oportunidades seja a mesma de 1941?
Fontes:

http://www.ie.ulisboa.pt/pls/portal/docs/1/346163.PDF

http://www.revistarubra.org/revista-rubra-n%C2%BA-3/no-peace-no-work-entrevista-com-clarence-thomas-2/

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Na próxima sexta-feira vem discutir connosco a história dos movimentos estudantis em Portugal e perspectivas de futuro para os estudantes defenderem o Direito à Educação!

Com a participação do Renato Teixeira e do Sérgio Vitorino, que participaram activamente nos movimentos estudantis das décadas passadas.